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Tanabata Matsuri 2013 – Nós Fomos!

Duas da tarde do dia 6 de julho e começou mais um Tanabata Matsuri no bairro da Liberdade, em São Paulo. A festa já é bem tradicional do bairro e, pelo o que pudemos perceber, bem conhecida, pela quantidade de pessoas que se encontrava por lá logo na abertura do evento.

Para explicar um pouco: na tradução, Tanabata Matsuri é o Festival das Estrelas. Ele acontece no sétimo dia do sétimo mês do ano e há uma lenda muito bonita sobre esta data comemorativa:

“Há muito tempo atrás, morava próximo da Via-Láctea uma linda princesa chamada Orihime, a “Princesa Tecelã”. Certo dia Tentei, o “Senhor Celestial”, pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu, o “Pastor do Gado”, acreditando que este fosse o par ideal para ela.
Os dois se apaixonaram e a partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias.
Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea.
A separação trouxe muito sofrimento para Orihime. Sentindo isso, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data.”

Por isso que nessa data escrevemos nossos pedidos em papéis coloridos, cada cor direcionada para cada intenção, como amor, dinheiro e paz, e peduramos nos galhos de bambu. E torcendo para o casal lá no céu realizá-los!

Além da parte ritualística, a ACAL, a organizadora do evento, deixa disponível barracas de comidas típicas japonesas e, outras nem tanto! Havia uma barraca de acarajé (!), outra de gordices de milho e outras de gengibre (!!!). Um cardápio bem variado!

Além de tudo isso, o festival também conta com alguma apresentações. Infelizmente vimos apenas uma parte da apresentação de taikô, uma espécie de tambor milenar japonês, mas estava um sol extremo e era impossível ficar por lá sem torrar. Mesmo assim recomendo, é bem interessante!

C.S.O.

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